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Infecções sexualmente transmissíveis entre os jovens brasileiros

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A atividade sexual é algo muito comum entre os jovens. A fase em que eles começam a fazer sexo é na adolescência. Um estudo feito pela Universidade de São Paulo (USP) mostra que a iniciação sexual acontece geralmente entre as idades de 13 e 17 anos no Brasil. 

É fato que o sexo é algo que faz parte da vida de todos os seres vivos, para reprodução, por amor e/ou por simples atração física e desejo. 

A Revolução Sexual desafiou comportamentos tradicionais de sexualidade humana e relacionamentos interpessoais nos anos 1970 e 1980, quando as pessoas lutaram por maior liberdade sexual. O uso de métodos contraceptivos, a nudez em público, a aceitação da homossexualidade e a legalização do aborto ganharam força nas sociedades ocidentais. 

A falta de cuidados traz consequências para todos. Muitos pensam que o uso dos preservativos tem a função de somente prevenir contra gravidez indesejada, mas na verdade eles também servem para impedir infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). 

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Hoje, adolescentes e jovens têm maior liberdade sexual e acabam sujeitos a riscos, por fatores como invencibilidade e falta de conhecimento.

 

A invencibilidade, no contexto sexual, refere-se ao fato de que a pessoa não toma os devidos cuidados porque acha que nada de ruim irá acontecer com ela. A fundadora da ONG Vida Positiva, Vick Tavares fala sobre a invencibilidade e a questão dos jovens repensarem o comportamento de se lançarem no mundo. 

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Sífilis

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Clamídia

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Herpes

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Gonorreia

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A falta de cuidados traz consequências para todos. Muitos pensam que o uso dos preservativos tem a função de somente prevenir contra gravidez indesejada, mas na verdade eles também servem para impedir infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). A infectologista do Hospital Universitário de Brasília (HUB), Juliana Lapa fala sobre as ISTs mais comuns entre os jovens e o procedimento de cura. 

A precaução é importante nas relações sexuais. Não usar preservativos pode provocar uma infecção indesejada. As ISTs não têm classes sociais e nem rostos. Todo cuidado é necessário. Conversamos com dois estudantes que não possuem ISTs sobre o preconceito que os jovens que têm alguma infecção sofrem, além da questão de que as ISTs não têm um "rosto".

Sexo é bom, mas se for seguro faz bem à saúde!

Então lembre-se de usar camisinha! 

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por

LAURA LOWANDE

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